A pedra do meio do caminho
- Sarah Angel Xavier
- 22 de jun. de 2022
- 2 min de leitura
Lindo a CITRED se movimentando né?
Ficamos até emocionados e nos preparamos para as próximas etapas.
Em primeiro lugar, precisávamos do vidro que protege a mesa aquecida.
Então nossa faz tudo (AKA Jeh) providenciou um cortador de vidro para que pudéssemos deixar o vidro que eu achei na rua (sim) no formato ideal.
E eu tenho provas disso!
Começamos a testar imprimir, mas com o frio típico de outono em chuvitiba, não tinha cristo que fizesse o PLA aderir ao vidro sem aquecê-lo.
E ele só não estava aquecido ainda pois, ao ligar direto na RAMPS, a corrente puxada estava derretendo o conector da fonte. Este é um problema relativamente comum e a solução mais limpa e funcional para ele é interfacear com um módulo Relé de estado sólido.
Como um módulo desses custa mais de 100 reais, optamos por montar a nossa própria versão com relés de 5V e um pequeno circuito que ninguém lembrou de fazer o esquemático pra mim colocar aqui :).

O digníssimo circuito responsável por acionar a nossa mesa aquecida.
BELEZA, funcionou a mesa lindamente (depois de alguns sustos quando o relé acionava/desarmava por conta do barulho), então voltamos para os testes de impressão.
Desta vez, o filamento estava colando bonitinho (mais ou menos) na base.
Todavia teve um erro que não cansou de nos perseguir.
A nossa pedra no meio do caminho (literalmente).
O entupimento da Extrusora em toda santa impressão que iniciávamos.
Depois de torrar uns 900 neurônios cada um, descobrimos o que estava causando isso o tempo todo: O caninho que conduz o filamento mexe bem de leve durante a impressão e isso, associado a alguma configuração ínfima que não descobrimos ainda fazia com que o filamento começasse a entortar e entupisse.
Segue imagem de alguns dos entupimentos para avaliação técnica:

Quase uma arte contemporânea, o que ocorre quando colocam artistas na engenharia.



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